Eternamente teu: a magia de dois corações que batem juntos
Hoje, enquanto o sol se escondia atrás das montanhas, sentei-me à janela e deixei o silêncio me levar até ti. Cada sombra que se alongava no chão parecia carregar um pedaço da tua presença, como se o universo conspirasse para me lembrar de tudo o que és. Não há medida para o que sinto, nem palavras que capturem a profundidade deste afeto. És a melodia que embala meus dias, mesmo quando a orquestra da vida desafina.
Lembro-me da primeira vez que te vi, não como um clichê, mas como um instante gravado a fogo na memória. Havia algo no teu olhar que me fez entender, sem explicação, que eras diferente. Desde então, cada gesto teu, por mais simples, tornou-se sagrado. O modo como seguras minha mão, como proteges meus sonhos, como transformas o trivial em extraordinário. És o porto onde ancoro minha alma quando as tempestades ameaçam me arrastar.
Neste mundo tão cheio de ruídos, encontraste a maneira de me ouvir até quando não digo nada. Sabes decifrar meus silêncios, ler entre as linhas dos meus medos, e, com uma delicadeza que só tu tens, afastas as sombras que insistem em me assombrar. Não há gratidão que baste por tantas vezes teres sido meu abrigo, meu farol, meu chão quando tudo parecia desmoronar.
Neste dia, quero que saibas: és a razão pela qual acredito em magia. Não a dos contos, mas a que nasce quando dois corações se encontram e decidem bater no mesmo ritmo. Prometo continuar a amar-te com a mesma intensidade que o primeiro dia, porque o que construímos não é efêmero—é eterno. Eternamente teu.
Sua Amada
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